Compositor: Les Claypool, Primus, Todd Hath
Bem, eu me lembro como se fosse à uma refeição atrás
Disse Tommy, o gato, como se recuasse para limpar qualquer coisa estranha
Que poderia estar presa em sua poderosa garganta
Vários ratos gordos de beco encontraram seu fim enquanto encaravam à queima-roupa
O cavernoso cano desta incrível máquina que perambula
Realmente uma maravilha da natureza, esse predador urbano!
Tommy, o gato, tinha várias histórias a contar
Mas era em uma rara ocasião, como esta, que ele o fez
Ela veio deslizando através da viela como manteiga gotejando de um biscoito quente
O aroma, a essência maléfica, foi o suficiente para levantar a suspeita mesmo
Nos mais velhos tigres, que rodeavam pelas baladas daqueles dias
A visão era inacreditável!
O dobro, até o triplo, de muitas das cabeças se espicharam
Se conduziram como esta vivaz felina fez o caminho até o canto do beco
Onde os mais viris dos malhados era conhecidos por andar
Eles se penduravam em massa
Tal multidão de masculinidade poderia apenas ser encontrada em um só lugar
E esse era do O Beco do O'malley
O ar estava cheio de chamados de gatos (sem trocadilhos)
Mas nem mesmo um músculo do pescoço dela se contraiu
Enquanto ela passeava em linha reta para o coração do beco
Ela sabia o que queria!
Ela estava olhando por aquele touro garanhão
Ela estava olhando para aquele Deus grego
E este era eu
Tommy, o gato, é o meu nome, e eu te digo
Diga, querida, você quer se deitar comigo?
Diga, querida, você quer se deitar ao meu lado?
Querida, você quer se deitar comigo?
Diga, querida
Diga, querida